Francisco Pinto Balsemão

Com liberdade de imprensa como mantra, Balsemão rompeu estereótipos e deu voz a quem não a tinha

A meio da tarde 6 de outubro de 1992 nasceu a SIC. Anos mais tarde, emergiu a SIC Notícias, a 8 de janeiro de 2001. De novo, Francisco Pinto Balsemão, inovava abrindo caminho aos canais de informação. Na SIC nasceram jornalistas, estrelas e outras SIC'S, como a a SIC Mulher, a SIC Esperança, a SIC Radical, a SIC K, a SIC Caras, a SIC Novelas e a SIC Internacional.

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Francisco Pinto Balsemão fica inscrito na história portuguesa da imprensa livre. Rompeu estereótipos e deu voz a quem não a tinha. Depois do jornal Expresso, deu ao país a primeira televisão privada nacional.

A meio da tarde 6 de outubro de 1992 nasceu a SIC.

Mas antes de ser SIC, foi um sonho que o Dr. Balsemão antecipou aos alunos, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa.

Muitos dos colaboradores que teve na SIC ouviram-no desenhá-la nas aulas na disciplina "Mutação dos Media nos Países Desenvolvidos e suas consequências em Portugal".

A SIC nasceu como mais um grito de liberdade, um conceito que sempre lhe norteou o percurso. Ajudou a consolidar a jovem democracia que nesse ano atingia a maioridade.

A SIC rompeu estereótipos, deu voz a Portugal, de lés-a-lés, a quem nunca fora tido nem achado na equação que era o país real, como a gente do interior e os imigrantes.

Cumprindo o projeto arquitetado pelo empresário e jornalista, outro jornalista, Emídio Rangel, manuseou a batuta desta jovem orquestra cheia de energia.

Da SIC emergiu a SIC Notícias que se deu a conhecer a 8 de janeiro de 2001. De novo, Francisco Pinto Balsemão, inovava abrindo caminho aos canais de informação.

Na SIC nasceram jornalistas, estrelas e outras SIC'S, como a a SIC Mulher, a SIC Esperança, a SIC Radical, a SIC K, a SIC Caras, a SIC Novelas e a SIC Internacional.

Um universo que só se concretizou porque a liberdade de imprensa foi o mantra da vida de Francisco Pinto Balsemão.