Guerra no Médio Oriente

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Hamas acusa Israel de retomar genocídio em Gaza, Telavive diz estar a responder a ataques

O exército israelita admite os bombardeamentos ao que diz serem alvos do Hamas, em retaliação pelos ataques contra soldados israelitas no Sul do enclave, dos quais não resultaram feridos. 

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Hamas e Israel acusam-se mutuamente de violar o cessar-fogo em Gaza. Nas últimas horas, as forças israelitas voltaram a bombardear o território e a provocar, pelo menos, cinco mortos. Na véspera, mais de 30 palestinianos morreram em vários ataques que Israel justifica serem de retaliação. 

É uma ameaça à frágil trégua em Gaza, alertam os países que mediaram o acordo entre Israel e o Hamas. 

O grupo terrorista acusa Telavive de estar a escalar as operações militares e de alterar a linha amarela, que divide o controlo do território. 

As forças de defesa mostram armamento em Gaza apontado a Israel. 

Nas últimas horas, os ataques de Israel voltaram a vitimar civis, incluindo crianças. 

O bombardeamento em Khan Younis ocorre um dia depois de mais de 30 palestinianos terem sido mortos em ataques por toda a Faixa de Gaza. 

O exército israelita admite os bombardeamentos ao que diz serem alvos do Hamas, em retaliação pelos ataques contra soldados israelitas no Sul do enclave, dos quais não resultaram feridos. 

Força Internacional seguirá para Gaza 

Esta semana, o Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução sobre a criação de uma Força Internacional de Estabilização em Gaza, que abre caminho à segunda fase do plano para a paz. 

O Hamas rejeitou de imediato um mecanismo de tutela internacional e o desarmamento dos seus combatentes, alegando o direito de resistir à ocupação. 

O acordo de cessar-fogo de 20 pontos de Donald Trump previa, na primeira etapa, o envio de ajuda completa para Gaza, mas habitantes e ONG’s afirmam que as quantidades que chegam são manifestamente insuficientes. 

À falta de comida e abrigos soma-se uma realidade insustentável. Cerca de 57.000 crianças ficaram órfãs desde o início do conflito em Gaza, há dois anos.