Os números da Covid-19

Portugal com mais 4 mortes e 696 novos casos de covid-19 em 24 horas

TIAGO PETINGA / LUSA

Último balanço da Direção-Geral da Saúde.

Portugal contabiliza esta sexta-feira mais quatro mortes e 696 novos casos de covid-19, segundo o relatório diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 17.979 mortes e 1.069 975 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 30.501 casos, menos 110 em relação a ontem.

O boletim da DGS revela que estão internados 357 doentes, menos nove do que ontem.

Nos cuidados intensivos estão 67 doentes, mais um do que no dia anterior.

Os dados indicam ainda que mais 802 doentes foram dados como recuperados, fazendo subir para 1.021.495 o número total de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 27.400contactos, mais 47 relativamente ao dia anterior.

Chegou a terceira fase do desconfinamento: o que muda?

O mês de outubro traz a terceira fase de desconfinamento. Segundo o plano apresentado pelo primeiro-ministro no final de julho, o novo alívio chegaria quando Portugal atingisse 85% de população totalmente vacinada.

Já a prever essa meta, o Conselho de Ministros aprovou, no dia 23 de setembro, um novo conjunto de regras que entram em vigor esta sexta-feira.

A Direção-Geral da Saúde publicou novas regras para controlo da transmissão da covid-19 nas escolas bem como alterações no isolamento no geral.

Portugal regista 15.922 reações adversas às vacinas contra a covid-19

Mais de 15.900 suspeitas de reações adversas às vacinas contra a covid-19 foram notificadas em Portugal, das quais 5.929 forma classificadas como graves e que incluem 85 casos de morte em idosos, segundo dados do Infarmed.

Desde o início da campanha de vacinação a 27 de dezembro de 2020 até 26 de setembro, foram registadas 15.922 notificações de reações adversas (RAM), num total de 15.956.183 doses administradas, 5.929 (37%) classificadas como "graves" e 9.993 (63%) como "não graves".

Novo medicamento contra a covid-19 reduz mortalidade e hospitalizações para metade, anuncia a farmacêutica Merck

A farmacêutica norte-americana Merck anunciou hoje que o seu tratamento experimental contra a covid-19 reduziu para metade as hospitalizações e as mortes em pessoas recentemente infetadas com o coronavírus. Avançou ainda que vai em breve solicitar às autoridades de saúde nos EUA e em todo o mundo autorização de utilização.

Em caso de ser autorizado, será o primeiro comprimido com bons resultados contra a covid-19. Até agora todos os tratamentos que existem contra a doença são administrados por via intravenosa ou por injeção.

Segundo a Merck, em parceria com a Ridgeback Biotherapeutics, os primeiros resultados mostraram que os doentes que receberam o medicamento molnupiravir nos cinco dias a seguir aos sintomas do covid-19 reduziram para cerca de metade da taxa de hospitalização e morte em comparação com os doentes que tomaram um placebo.

Mais de 4,7 milhões de mortos em todo o mundo

A covid-19 provocou pelo menos 4.780.108 mortes em todo o mundo, entre 233.723.290 de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China. Entretanto surgiram novas variantes, nomeadamente as identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

A grande maioria dos pacientes recupera, mas uma parte evidencia sintomas por várias semanas ou até meses.

Links úteis

Mapa com os casos a nível global