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Escolas encerradas: autoridades locais procuram dar às crianças alguma normalidade

 As escolas permanecem fechadas devido aos danos estruturais e falta de condições básicas como água, luz e comunicações. Uma onda de solidariedade tem mobilizado voluntários para fornecer bens de primeira necessidade e apoiar na limpeza e reparação dos estragos. 

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Em Leiria, mais de 300.000 pessoas estão sem energia elétrica - e é um cálculo por baixo. Uma onda de solidariedade tem levado bens primeira necessidade, incluindo água, comida e materiais de construção. O quotidiano está profundamente alterado e as escolas, por exemplo, continuam sem condições para retomar a atividade. 

Na única escola básica da freguesia de Carreira, uma das mais pequenas de Leiria, as placas do telhado permanecem no chão.  

Entra chuva e há receios quanto à segurança da estrutura.  

As alternativas da junta de freguesia para instalar provisoriamente as 70 crianças também foram afetadas. Não há luz, água, nem comunicações. 

Improvisa-se e conta-se com a mão de obra dos voluntários que se juntaram para as limpezas na escola, que ainda não tem data para reabrir. 

Por todo o lado há sinais da depressão Kristin. Num hotel em Regueira de Pontes, vários quartos ficaram destruídos. 

O terceiro piso está encerrado, mas todos os outros se mantêm em funcionamento com adaptações, como a mudança do restaurante para o rés do chão. 

Para já, não é possível quantificar os estragos e, num dos distritos mais afetados pelo temporal, é difícil encontrar quem possa fazer reparações, numa altura em que se mantêm as previsões de chuva para esta semana.