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Um mês depois das explosões em Beirute: socorristas acreditam ter detetado sinais de vida nos escombros

Foram encontradas mais quatro toneladas de nitrato de amónio junto ao porto de Beirute na quinta-feira.

Faz esta sexta-feira um mês que duas violentas explosões destruíram grande parte de Beirute, capital do Líbano. Um mês depois, uma equipa de socorristas chilenos e libaneses acredita ter detetado sinais de vida nos escombros.

Na origem da tragédia estiveram 2.750 toneladas de nitrato de amónio, armazenadas sem condições no porto de Beirute. De acordo com o último balanço, morreram 191 pessoas e quase seis mil ficaram feridas. Mais de 300 mil ficaram desalojadas.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro demissionário do Líbano foi ouvido pelo juiz responsável pela investigação às duas explosões. No mesmo dia, o exército libanês descobriu mais de quatro toneladas de nitrato de amónio em quatro contentores junto ao porto de Beirute.