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Coreia do Sul acusa Coreia do Norte de disparar projéteis de artilharia

Coreia do Sul acusa Coreia do Norte de disparar projéteis de artilharia
Ahn Young-joon

Foram lançados entre 90 a 200 projéteis.

O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul acusou esta sexta-feira os militares norte-coreanos de lançarem entre 90 e 200 projéteis de artilharia no Mar Amarelo e outros 90 nas águas do Mar do Japão.

Segundo as autoridades sul-coreanas, os projéteis caíram nas 'zonas tampão', a leste e a oeste da Linha da Fronteira Norte, nome pelo qual é conhecida a fronteira marítima entre os dois países.

O Estado-Maior Conjunto reconheceu que nenhum dos projéteis caiu em território marítimo sul-coreano, embora tenha avisado repetidamente Pyongyang de que estava a violar o Acordo Militar Abrangente, pedindo o fim das provocações.

Em comunicado, o Estado-Maior Conjunto sublinhou que estas provocações da Coreia do Norte prejudicam a paz e a estabilidade na região.

Os lançamentos ocorreram menos de um dia depois de 10 aviões militares norte-coreanos terem sobrevoado a fronteira entre os dois países e de Pyongyang ter disparado um míssil balístico de curto alcance.

Coreia do Sul avança com sanções contra Coreia do Norte


A Coreia do Sul anunciou as primeiras sanções, em cinco anos, contra a Coreia do Norte, em resposta aos recentes lançamentos de mísseis pelo regime de Kim Jong-un.

As novas sanções afetam 15 indivíduos e 16 entidades norte-coreanas, de acordo com o texto.


Os indivíduos sancionados incluem quatro membros da Segunda Academia de Ciências Naturais, uma organização estatal norte-coreana que, segundo a ONU, é responsável pela investigação e desenvolvimento de armamento avançado.

Os restantes pertencem a entidades envolvidas na importação de materiais que podem ser utilizados para o fabrico de armas de destruição maciça.

Entre as 16 entidades visadas estão empresas logísticas ou envolvidas no comércio de eletrónica, aço ou petróleo bruto.

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