O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, continua sem responder à pergunta crucial sobre acidente que matou uma pessoa na A6: a que velocidade seguia o carro no momento do atropelamento do trabalhador? O caráter de Eduardo Cabrita está a ser alvo de críticas pela forma como lidou com o assunto.
No comentário semanal de domingo, na SIC, Luís Marques Mendes acusou o ministro da Administração Interna de insensibilidade social na gestão do caso do acidente na A6. Mais de duas semanas passadas sobre o atropelamento mortal, ainda não são conhecidas as conclusões do inquérito.
O acidente aconteceu no dia 18 de junho, por volta das 13:00. O carro do Governo, onde viajava Eduardo Cabrita, colheu mortalmente um homem de 43 anos que trabalhava na manutenção dos espaços verdes da via rápida. O inquérito para apurar todas as circunstâncias do acidente ainda está a decorrer.
Segundo o Correio da Manhã, só na passada sexta-feira o núcleo de investigação criminal de acidentes de viação da GNR de Évora recebeu do Ministério da Administração Interna os dados relativos à Via Verde do automóvel.
Apesar da estimativa preliminar baseada na hora da passagem pela portagem apontar, alegadamente, para excesso de velocidade, a investigação deverá apurar também elementos relativos à sinalização dos trabalhos – o Ministério da Administração Interna garantiu que não existia, a Brisa desmentiu.
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