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Sindicatos da PSP e da GNR consideram valor do suplemento de risco "miserável" e "vergonhoso"

O SIAP considera que a proposta serve apenas para cumprir uma obrigação imposta pelo Parlamento.

As associações sindicais da PSP e da GNR dizem que o valor do suplemento de risco, proposto pelo Ministério da Administração Interna (MAI), é “miserável” e “vergonhoso”. O vice-presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) diz que lamenta que nenhum membro do Governo tenha ido ao funeral do trabalhador atropelado na A6 pelo carro onde seguia Eduardo Cabrita.

16 sindicatos das forças policiais reuniram-se, esta terça-feira, em Lisboa, para discutir a estratégia de resposta ao valor proposto pelo MAI para o subsídio de risco. O Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP) diz que a proposta é “miserável” e que serve apenas para cumprir uma obrigação imposta pela Assembleia da República.

Sobre o atropelamento na A6, José Miguel, vice-presidente da APG, garante que, da parte da GNR, nada ficará por investigar. Critica a postura de Eduardo Cabrita e lamenta a ausência de qualquer representante governativo nas cerimónias fúnebres da vítima.

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