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Falta de professores: medidas do Governo só servem a curto prazo, alertam diretores

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Este ano letivo prevê-se que cerca de 2.000 docentes entrem na reforma.

Em mais um arranque do ano letivo, problema de sempre mantém-se: faltam professores. O Ministério da Educação tem vindo a implantar medidas, contudo os diretores escolares chamam a atenção para uma situação estrutural.

O Ministro da Educação está confiante. Diz que os horários por preencher diminuíram mais de 50%. No entanto, os diretores das escolas e agrupamentos alertam que as medidas do Governo para o novo ano letivo só servem a curto prazo e que é preciso investir nos professores e valorizar a profissão.

Este ano, prevê-se que cerca de 2.000 docentes entrem na reforma. Para colmatar a falta de professores, este ano houve a revisão das habilitações próprias, que passa a incluir cursos pós-Bolonha que cumpram exigências cientificas, sem formação em ensino.

O Ministério da Educação avança que irá também ser mais rigoroso na aprovação de baixas médicas dos docentes para garantir mais professores nas escolas.

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