- Dino D’Santiago: “No Rio, São Paulo ou Salvador, quiseram perceber como é que eu, como pessoa negra, sou tão amado em Portugal”
- “Se ‘certo chouriço, que era muito atiradiço’ fosse cantado hoje pelo Quim Barreiros ou pela Rosinha era um sucesso”
- “São de Cascais, cantam em português, espanhol e inglês, começam uma música em reggae e acabam em metal? OK, boa sorte com a banda”
- Carlos Alberto Vidal: “A imagem do Avô Cantigas já não tem tempo de mudar. Podia tirar o boné e mostrar a minha linda careca”
- Pedro Abrunhosa: “A meritocracia não existe. Quem cresceu em boas famílias com dinheiro para bons colégios está mais perto de grandes voos”
- Roberta Medina: “Quando cheguei aqui toda a gente conhecia as gírias que eu usava e eu não sabia nada sobre Portugal”
- NAPA: “O maior choque quando viemos estudar para Lisboa foi o choque térmico”
- Sara Correia: “O Pedro Abrunhosa é um homem com muita força, mas a escrever tem muita fragilidade e é muito emotivo”
- Tiago Bettencourt: “Eu e a Cuca Roseta éramos do coro e gostávamos de fado. Íamos para casa de alguém e fazíamos umas noites engraçadas”
- Manuel João Vieira: “Eu não sou candidato a presidente, sou candidato à febre, à desordem do pensamento”
- Trovante: “A gente sabe o que é que as pessoas querem ouvir. Temos alinhamento feito e não vamos levar aos concertos coisas do fundo do baú”
- Tim Bernardes: “Em termos de concertos, Lisboa e Porto são as maiores cidades para mim, além de São Paulo e Rio de Janeiro”