Rui Tavares mergulha no cinismo que marca a relação atual com a política e questiona: estaremos condenados, como sugere Maquiavel, a desconfiar de todos, acreditando que o poder corrompe inevitavelmente? Assumimos que a aparência substitui a verdade e, perante a mentira, desistimos de procurar algo além do óbvio?
Mas e se, como sugere Montaigne, a política puder ser mais do que temor — um espaço para à confiança, ao reconhecimento e até ao amor cívico?
Este episódio é um convite a pensar se ainda há esperança no espaço político.
Agradecimento ao compositor Carlos Azevedo pela autorização de utilização da peça “Labirintho“, interpretada por Teresa Valente.
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