Coronavírus

Cientistas australianos recriam coronavírus em laboratório

Cientistas australianos recriam coronavírus em laboratório

Andreia Melo

Jornalista

Recriação do novo vírus pode ajudar a desenvolver uma vacina de combate à propagação da doença.

Um grupo de cientistas australianos recriou o coronavírus em laboratório, o que pode ajudar a desenvolver uma vacina para combater a propagação da doença. Nas últimas horas, foram detetados mais casos na Europa e França ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil.

Wuhan, na República Popular da China, é o epicentro da epidemia do novo vírus que infetou milhares de pessoas e que já provocou a morte a 132 pessoas, segundo os últimos dados fornecidos pelas autoridades sanitárias chinesas.

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Os sintomas do vírus são febre e tosse e nos casos mais graves falta de ar e pneumonia.


A China elevou para 132 mortos e mais de 5.900 infetados o balanço de vítimas do novo coronavírus detetado no final do ano em Wuhan, capital da província de Hubei (centro).


As quase 6.000 infeções confirmadas mostram que já foi ultrapassado na China o número de pessoas afetadas durante a epidemia da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, na sigla em inglês), que atingiu 5.327 pessoas entre novembro de 2002 e agosto de 2003, segundo dados oficiais.


Hoje, foi identificado um caso de contágio pelo novo coronavírus (2019-nCoV) nos Emirados Árabes Unidos, o primeiro detetado em países do Médio Oriente.