Coronavírus

Hospital de Castelo Branco ativa o nível de catástrofe

Para responder ao aumento das necessidades de internamento de doentes covid-19.

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Na região da Beira Interior aumenta a pressão sobre os hospitais. O Hospital da Guarda atingiu o limite da capacidade de internamento com o serviço de medicina intensiva e enfermarias esgotadas. Em Castelo Branco, a unidade de saúde acionou o nível de catástrofe para responder ao aumento das necessidades de internamento de doentes covid-19.

Preparado para o pior, num cenário já difícil, o hospital de Castelo Branco acionou o nível de catástrofe na medicina intensiva. Os cuidados intensivos ficam no total com 20 camas, mais de metade estão já ocupadas com 12 doentes internados.

Na enfermaria covid há 44 doentes. A capacidade de internamento também chegou ao limite e obrigou ao aumento de camas.

O reforço de camas deixa, por enquanto, alguma margem de manobra, mas a falta de recursos humanos continua a ser o principal problema.

O esforço na gestão das equipas tem permitido ao hospital manter a atividade programada, mas o sucessivo aumento de infeções covid a precisar de internamento antevê tempos ainda mais difíceis.

Na Guarda, o hospital chegou ao limite com 94 doentes internados. A unidade de cuidados intensivos e as enfermarias covid estão esgotadas, numa altura em que se organizam equipas de profissionais de saúde para conseguir abrir mais 18 camas.

Na Covilhã, no Centro Hospitalar da Cova da Beira já não há espaço para internar doentes nos cuidados intensivos, as oito camas estão ocupadas. Nas enfermarias há 108 doentes, sobram 17 camas.