Eleições no Brasil

Lula da Silva continua a ser o favorito nas sondagens

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O Tribunal Superior Eleitoral proíbe o porte de armas nos locais de votação para evitar a violência política.

No Brasil, a justiça eleitoral proibiu o porte de armas nos locais de votação. Temem que a polarização e a violência política marquem as Presidenciais de outubro. A pouco mais de um mês da primeira volta, Lula da Silva continua a ser o favorito nas sondagens.

O ex-Presidente Lula da Silva mantém uma liderança de mais de dez pontos à frente do Presidente Jair Bolsonaro.

As intenções de voto mantêm-se estáveis, mesmo depois do debate entre os candidatos – realizado no último domingo –, o início da campanha na televisão ou o aumento do valor dos auxílios financeiros pagos pelo Governo aos mais pobres.

Outro fator que pode vira e ter influência é a denúncia publicada pelo portal de notícias UOL sobre as compras suspeitas de imóveis pela família Bolsonaro. Segundo a reportagem, de um total de 107 imóveis foram comprados por elementos da família do Presidente desde a década de 1990, 51 foram pagos em dinheiro vivo, num montante equivalente a pouco mais de 5.000 milhões de euros.

Perante uma campanha cada vez mais polarizada, os magistrados do Tribunal Superior Eleitoral decidiram, por unanimidade, proibir o porte de armas nos locais de votação. A preocupação é que os frequentes ataques de Bolsonaro às urnas eletrónicas, possam estimular episódios como a invasão do Capitólio norte-americano pelos apoiantes do ex-presidente Trump.

Os representantes da Suprema Corte Eleitoral sublinham que durante o governo Bolsonaro o número de armas registadas no país por caçadores, colecionadores e atirares desportivos triplicou. Além disso, 10 dos 26 estados e o distrito federal já solicitaram o apoio das forças armadas para garantir a segurança nas próximas eleições.

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