O Chega vai pedir os contratos de ajuste direto relacionados com a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), para serem avaliados no Parlamento. Mesmo assim, André Ventura faz um balanço positivo da Jornada. Ainda na JMJ, o Presidente da República esteve sempre junto ao chefe da Igreja Católica nos vários eventos.
Um dia depois do fim da Jornada Mundial da Juventude, André Ventura falou no sucesso do evento, fez um balanço positivo, mas não foi para tecer elogios que marcou uma conferência de imprensa. Foi para anunciar que vai pedir os contratos de ajuste direto relacionados com a JMJ.
André Ventura diz que quer saber também se já foram localizadas as pessoas de outros países que se inscreveram para o evento e que não marcaram presença e aproveita para denunciar as condições a que estiveram sujeitos elementos das forças de segurança.
A 2 de agosto, primeiro dia do Papa em Portugal, um encontro no Centro Cultural de Belém juntou sociedade civil, autoridades, Corpo Diplomático e políticos. O Bloco de Esquerda e o Livre optaram por não marcar presença, mas os restantes partidos fizeram-se representar. Do Chega, estiveram os deputados Pedro Frazão e Rita Matias e do Partido Comunista esteve o secretário-geral Paulo Raimundo.
Foi o evento com mais presenças a nível político, e em que o Papa pediu a todos uma reflexão.
Quem nunca faltou à chamada ao longo de todos estes dias foi Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente do país que acolheu o Papa. Esteve sempre com o chefe da Igreja Católica nos vários eventos da JMJ, desde o entusiasmo da chegada até ao momento em que teve de dizer "adeus".
