Operação Miríade

Tráfico nas missões militares portuguesas: "Não podemos confundir a árvore com a floresta"

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O Sargento António Lima Coelho, presidente da Associação Nacional de sargentos, esteve na Edição da Tarde para discutir o caso.

A Polícia Judiciária deteve 10 pessoas, suspeitas de tráfico de diamantes, ouro e drogas nas missões militares na República Centro-Africana. A imagem das Forças Armadas foi manchada pela polémica, mas o Sargento António Lima Coelho, reforça que "não podemos confundir a árvore com a floresta".

O presidente da Associação Nacional de sargentos ressalva que o papel desempenhado pelos militares na República Centro-Africana não pode ser esquecido.

"Não podemos permitir que um grupo com atitudes menos corretas, possa denegrir toda uma instituição e todos os militares", avisa.

Na segunda-feira, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse que a "excelência" das Forças Armadas não está em causa com as investigações ao alegado "tráfego de diamantes" e sublinhou que a abertura da investigação interna só as "prestigia".

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