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As vacinas da covid-19 da segunda geração: o que são e que diferença fazem?

Vacinas desenvolvidas para atacar a transmissão do vírus deverá chegar no segundo semestre do próximo ano.

A segunda geração de vacinas contra a covid-19 deverá chegar no segundo semestre de 2022. Poderá fazer a diferença pela forma de aplicar e por uma maior eficácia no bloqueio à transmissão do vírus.

Para os especialistas, vacinar à moda antiga, com seringa e agulha, pode não ser o método mais eficaz. A segunda geração de vacinas é a aposta para diminuir a transmissão e aumentar a segurança. Mas ainda não chega a tempo deste inverno.

A SIC falou com especialistas para perceber em que é que a segunda geração de vacinas pode fazer diferença.

Covid-19: continua a haver risco?

O ritmo de transmissão continua a subir à medida que o número de casos aumenta. Portugal tem 88% da população vacinada contra a covid-19, mas o imunologista da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) Manuel Santos Rosa explica que continua a haver risco.

"Há alguma proteção adicional na população, mesmo não vacinada. Mas isso não é imunidade de grupo. Imagine que vai conviver com uma família que está toda vacinada, as não está vacinada no seu caso, pode vir de lá com a infeção. Continuamos em risco", afirma.

Gravidade da covid-19: opiniões divergem

As opiniões divergem, tendo em conta que a gravidade da doença está a diminuir nas pessoas vacinadas.

O diretor do Católica Biomedical Research Center, Pedro Simas, esclarece que os níveis são "endémicos e não são assustadores".

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