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"O maior ladrão da história do Brasil": críticas a Lula marcam último comício de Bolsonaro

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Faltam três dias para as presidenciais e o atual chefe de Estado brasileiro acredita na reeleição.

Faltam três dias para as presidenciais no Brasil e ontem foi o último evento da campanha eleitoral de Bolsonaro, marcada por ataques constantes a Lula da Silva e a certeza na reeleição.

Jair Bolsonaro chegou ao último comício da campanha eleitoral, em São Paulo, em cima de uma mota. O atual Presidente brasileiro, apesar de aparecer em segundo lugar nas sondagens, acredita seriamente na reeleição.

“Podem ter a certeza, depois da reeleição tudo vai melhorar mais ainda no nosso país”, proferiu Bolsonaro durante o seu discurso.

As opiniões dividem-se, e uma grande parte dos brasileiros com menores rendimentos, garante que não votarão no atual chefe de Estado. Segundo Fernanda Gomes, uma moradora da Favela da Rocinha, a maior do Brasil, revela que, apesar de Lula da Silva ser conhecido como “ladrão”, na altura em que era Presidente, os brasileiros de classes sociais inferiores tinham um maior poder de compra, contrariamente ao que acontece com Bolsonaro.

Já os apoiantes do Presidente do Brasil utilizam como argumento o facto de Bolsonaro defender os valores tradicionais da família.

Existe ainda um leque de cidadãos que acredita que nenhum dos candidatos é uma escolha viável. Apontam que “os políticos” deveriam retirar os brasileiros “da miséria” e acabar com a fome no país.

As eleições presidenciais, realizam-se no domingo e Bolsonaro voltou a apontar a possibilidade de fraude no sistema de voto eletrónico. Para verificar a integridade das urnas, 100 observadores internacionais inspecionarão os locais de voto e irão marcar presença durante a de contagem dos votos.

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