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Miranda do Corvo decreta três dias de luto municipal por morte de bombeiro

LUÍS FORRA

Trovoada e vento forte terão provocado o incêndio.

A Câmara de Mirando do Corvo decretou três dias de luto municipal em memória do bombeiro da corporação de voluntários da vila José Augusto Dias Fernandes, que morreu no sábado, durante o combate a um incêndio.

O presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Miguel Baptista, "decretou três dias de luto municipal em memória e reconhecimento de José Augusto Dias Fernandes, chefe dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo", informa a autarquia numa nota enviada hoje à agência Lusa.

"Tragicamente falecido no cumprimento da nobre missão de defesa da comunidade"

"Tragicamente falecido no cumprimento da nobre missão de defesa da comunidade", José Augusto Fernandes era também funcionário do município, adianta a nota da Câmara de Miranda do Corvo, no distrito de Coimbra.

A autarquia apresenta aos familiares, amigos e "a toda a família dos Bombeiros Voluntários e da Câmara Municipal" de Miranda do Corvo "as mais sentidas condolências neste momento de dor partilhado por todos os mirandenses", acrescenta a nota.

O luto municipal será cumprido hoje, na segunda e na terça-feira.

A origem do fogo

O chefe José Augusto Fernandes morreu e três bombeiros ficaram feridos no sábado durante o combate ao incêndio que deflagrou ao final da tarde numa encosta da Serra da Lousã, junto a um acesso ao Trevim, no concelho da Lousã (distrito de Coimbra), que terá sido provocado pela trovoada que se fez sentir na região.

Fonte da autarquia da Lousã disse à Lusa que o incêndio foi antecedido por uma trovoada seca, acompanhada por vento forte, que dificultou o trabalho de mais de 220 bombeiros de diversas corporações dos distritos de Leiria e Coimbra.

“O fogo foi dominado com um saldo muito negativo”

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