Blitz Posto Emissor

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“A solução não é integrar nem ser igual. Não temos de ser ‘todos diferentes, todos iguais’, temos de respeitar a diferença de cada um”

Pioneiro do rap português, General D estreia-se no Posto Emissor quando celebra 33 anos de carreira. A viver em Londres há mais de duas décadas, recorda o Portugal dos anos 90, fala do crescimento de uma nova onda racista e xenófoba e discute, também, o enguiçado terceiro álbum. No 252º episódio do podcast da BLITZ, falamos ainda de festivais e das Raincoats, banda da portuguesa Ana da Silva que influenciou Kurt Cobain

Mais de três décadas depois de se ter tornado o primeiro rapper português a assinar um contrato com uma editora, General D regressa aos palcos para celebrar a música que fez dele um dos pioneiros do hip-hop “tuga”. Antes de rumar ao palco da Casa Capitão, em Lisboa, no dia 17 deste mês, o rapper (e chef) estreia-se no Posto Emissor para falar do passado, mas, também, dos projetos que tem para um 2026 de agenda recheada.

As dificuldades que enfrentou ao organizar o primeiro festival de hip-hop português, em Almada, em abril de 1990, as pressões e tentativas de silenciamento que sofreu devido às suas letras mais politizadas, o crescimento do discurso racista e xenófobo, a sua vida em Londres e o enguiçado e inédito terceiro álbum foram outros assuntos abordados por General D no 252º episódio do podcast da BLITZ.

Ainda neste Posto Emissor, falamos da discussão sobre festivais que decorreu no âmbito do primeiro congresso da APEFE – Associação de Promotores de Espetáculos, Festivais e Eventos, do concerto que os Happy Mondays deram no Campo Pequeno e das entrevistas a Mazgani e Ana da Silva, das Raincoats, banda apontada por Kurt Cobain como uma das suas influências. Como sempre, deixamos algumas sugestões de concertos a que poderá assistir nos próximos dias.

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