Na MyNorth, em Cascais, treinar com um microfone na lapela já faz parte da rotina. “Os nossos clientes usam microfone na lapela durante os treinos; e já ninguém estranha”, garante Beatriz Queiroz, CEO da empresa. A razão está no coração do modelo: sessões de fisioterapia, movimento e força são gravadas e transcritas automaticamente por inteligência artificial, que regista e organiza toda a informação clínica relevante. “Consigo fazer uma sessão totalmente dedicada à pessoa, sem me preocupar se me vou esquecer de alguma coisa”, explica a fundadora deste negócio.
A startup portuguesa, que combina fisioterapia, ciência e tecnologia, nasceu da vontade de criar um sistema verdadeiramente proativo de saúde funcional. Não se trata apenas de tratar dores ou recuperar lesões: trata-se de melhorar de forma contínua. “Quero avaliar a pessoa como um todo. Quero saber quem ela é, de onde vem e o que viveu no sistema de saúde”, explica a fundadora.
A empresa recebe sobretudo clientes entre os 40 e os 60 anos, mas garante estar preparada para todos os perfis. Vários descrevem a equipa como “uma família”, pela sensação de escuta e continuidade. Descubra em que é que a ciência e a tecnologia ajudaram a mudar a forma como as pessoas vivem a sua saúde física e mental, no novo episódio d'O Futuro do Futuro, disponível nos sistes do Expresso, da SIC e da SIC Notícias e nas principais plataformas de podcasts.