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Pagar só pelo próprio lixo, como a Eslováquia está a mudar a gestão de resíduos urbanos

Em vigor há cerca de um ano, a medida coloca a vila de Cabaj–Čápor entre as primeiras a adotar um modelo baseado na pesagem dos resíduos, aproximando-o de serviços como eletricidade ou gás, onde o consumidor paga de acordo com o uso que faz.

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No dia de recolha do lixo, cada contentor é colocado à porta e identificado através de um chip. Antes de ser recolhido, o lixo doméstico é pesado. Os trabalhadores levam os contentores para o camião, que tem uma balança. O sistema está todo automatizado, a leitura do chip permite juntar o peso à conta de cada família. O presidente da Câmara, Pavol Lehoťák, recorda que a mudança foi gradual.

"Cobramos por pessoa, como é habitual nas cidades, depois por contentor. Agora, por peso. Cada cidadão paga pelo lixo que produz."

Para garantir transparência, todas as famílias receberam acesso ao sistema digital que lhes permite consultar, em tempo real, quantos quilos de resíduos geraram e quanto isso representa na fatura.