Guerra Rússia-Ucrânia

Antigo Presidente russo deixa ameaça à Europa e aos EUA

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Dmitry Medvedev foi ainda mais longe que Vladimir Putin.

Depois da ameaça feita por Vladimir Putin, continuam a ser feitos avisos ao Ocidente por parte da Rússia. O antigo Presidente russo Dmitry Medvedev garante mesmo que Moscovo pode recorrer a armas nucleares supersónicas para atacar a Europa e os Estados Unidos.

Na quarta-feira, a Europa acordou com a ameaça nuclear de Vladimir Putin. O Presidente russo deixou o aviso aos Estados europeus de que não teria receio de utilizar armas nucleares, em caso de um eventual conflito armado.

Esta quinta-feira, o antigo Presidente e ex-primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, reforçou as palavras de Putin e garantiu que a Rússia poderá mesmo antecipar-se a um eventual ataque do Ocidente.

"Vários idiotas reformados com fardas de general não têm de assustar-nos com a conversa sobre um ataque da NATO na Crimeia. Os mísseis hipersónicos dão garantias de atingir alvos na Europa e nos Estados Unidos com muito mais rapidez", afirmou Medvedev na rede social Telegram.

Entretanto, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou à preocupação da Europa para com as ameaças provenientes do Kremlin. Zelensky garantiu que tais sustentações fazem de todo o Ocidente um alvo.

Na Assembleia-Geral da ONU, o discurso de Putin foi o tema dominante. Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, foi ao encontro do que Joe Biden já tinha referido. Ambos repudiaram os comportamento da Federação Russa e explicitaram que Putin está claramente a violar os princípios básicos das Nações Unidas.

UE anuncia oitavo pacote de sanções contra a Rússia

Ao longo do dia de ontem, os 27 chefes de Estado da União Europeia, anunciaram a execução de um oitavo pacote de sanções sobre Rússia. Também Liz Truss, primeira-ministra britânica, garantiu que iria manter o auxílio à Ucrânia.

“Comprometo-me a manter ou aumentar o nosso apoio militar à Ucrânia durante o tempo que for necessário”, declarou Liz Truss

Também a Finlândia, que faz fronteira com a Rússia por mais de mil quilómetros, anunciou que irá limitar, ou até mesmo proibir, a entrada de turista russos no país.

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