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Covid-19. Estados Unidos começam testes à vacina da Pfizer em crianças

A OMS alerta que para a enorme desigualdade entre o número de vacinas administradas nos países ricos e nos países pobres.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta para a desigualdade no acesso à vacinação, sublinhando que pode comprometer o combate à pandemia. Num mundo a várias velocidades, os Estados Unidos inicia os testes à vacina da Pfizer em crianças.

No país onde mais de 40% já está totalmente imunizada, a atenção vira-se para as crianças. A Pfizer iniciou os testes clínicos em jovens entre os cinco e os 11 anos.

No Nepal, pessoas com 64 anos só agora começaram a ser vacinadas, graças à chegada de um milhão de doses, fornecido pela China. Estas doses permitiram ao país retomar o processo que esteve interrompido por causa da escassez de vacinas.

A OMS alerta para a enorme desigualdade: 44% das vacinas contra a covid-19 foram administradas nos países ricos e apenas 0,4% nos países pobres. Alertam que estes dados pode ser uma ameaça ao controlo da pandemia.

Indicadores mais positivos chegam, por exemplo, de França. O país prepara mais um passo no desconfinamento ao permitir o regresso ao interior dos restaurantes. Na Disneyland Paris, dão-se os últimos retoque para a reabertura do parque de diversões, que está marcada para quarta-feira.

No velho continente, a covid-19 dá sinais de abrandamento. A média de novos casos por milhão de habitantes está a diminuir na maior parte dos países.

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