Vodafone Paredes de Coura

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Um festival que converte

Samuel Úria é o senhor que se segue numa minissérie de 10 episódios que passa em revista as experiências dos artistas no Vodafone Paredes de Coura

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O Vodafone Paredes de Coura está, há vários anos, na agenda de Samuel Úria. “É um dos pouco hábitos anuais que tenho”, assegura. “Uma espécie de marco que, de uma forma falseada, não considero como férias, mas que são”.

O artista já subiu várias vezes aos diversos palcos do festival e garante que todas as experiências foram diferentes. Começa por recordar a sua estreia, em 2010, à tarde, no palco secundário, quando era ainda “um jovem músico com uma carreira muito curta” e depois a segunda passagem, anos mais tarde, então já no palco principal, onde tocou para “muitos convertidos”, confirmando a sua paixão “por aquele local e por aqueles palcos”.

Destacando a característica “familiaridade minhota”, Samuel Úria fala num “paradigma de felicidade” que encontra no festival, lembrando, como momento especial, aquele em que o convidaram para, durante a tarde, dizer poesia junto à relva.

Confirmando que o festival ganhou, junto de si, uma mística, enquanto “o ajudou a concretizar coisas com que nem sequer sonhava”, Samuel Úria diz que atuar no Vodafone Paredes de Coura está “para lá de um sonho”.