País

Mais 3 mortes e 388 novos casos de Covid-19 em Portugal

Balanço da DGS das últimas 24 horas.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta terça-feira a existência de 1.846 mortes e 60.895 casos de Covid-19 em Portugal desde o início da pandemia.

O número de mortes subiu de 1.843 para 1.846, mais 3 do que na segunda-feira. Umas das vítimas mortais residia na região de Lisboa e Vale do Tejo e as outras duas na região Norte.

O número de infetados aumentou de 60.507 para 60.895, mais 388.

Em vigilância permanecem 34.466 contactos, mais 130 do que na segunda-feira.

Há mais 13 casos que levaram a internamento hospitalar, num total agora de 394, e mais uma pessoa nos cuidados intensivos, totalizando 50.

Nas últimas 24 horas 130 doentes recuperaram, totalizando 43.146 pessoas dadas como recuperadas desde o início da pandemia em Portugal.

Número de casos por região

  • Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados 225 novos casos, contabilizando 31.273 e 687 mortes desde o inicio da pandemia.
  • A região Norte regista hoje mais 119 casos, somando agora um total de 22.049, com 851 mortos.
  • Na região Centro registaram-se mais 17 casos, tendo agora um total de 5.004 infeções e 254 mortos contabilizados desde o início da pandemia.
  • No Alentejo foram registados mais 11 casos de covid-19, totalizando 998 casos e 22 mortos.
  • A região do Algarve tem hoje notificados mais três casos de infeção por covid-19, totalizando agora 1.171 casos e 17 mortes desde o início da pandemia.
  • A região autónoma dos Açores tem a notificação de três novos casos, somando um total de 227 infeções contabilizadas desde o início da pandemia e 15 mortos.
  • Na Madeira há hoje o registo de um novo caso, contabilizando 173 infeções de covid-19, sem qualquer óbito desde o início da pandemia.

Género e faixas etárias

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

No total, o novo coronavírus afetou em Portugal pelo menos 27.437 homens e 33.458 mulheres, de acordo com os casos declarados.

Do total de vítimas mortais, 927 eram homens e 919 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos.

Mais de 893 mil mortos e 27,3 milhões de infetados em todo mundo

A pandemia do novo coronavírus já causou a morte de pelo menos 893.524 pessoas e 27.387.170 foram infetadas em 196 países e territórios desde o início da epidemia de covid-19, em dezembro de 2019, na cidade chinesa de Wuhan, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

Pelo menos 18.115.200 casos foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

Nas últimas 24 horas foram registadas 3.816 novas mortes e 236.135 novos casos em todo o mundo. Os países que registaram o maior número de novas mortes são a Índia (1.133), Brasil (310) e Estados Unidos (299).

Países mais afetados

  • Estados Unidos com 189.221 mortes e 6.301.451 casos
  • Brasil com 126.960 mortes e 4.147.794 casos,
  • Índia com 72.775 mortes (4.280.422 casos),
  • México com 67.781 mortes (637.509 casos)
  • Reino Unido com 41.554 mortes (350.100 casos).
  • China (sem os territórios de Hong Kong e Macau) com 85.144 casos e 4.634 mortes

A América Latina e as Caraíbas totalizaram 298.051 mortes em 7.857.073 casos, a Europa 218.879 mortes (4.253.629 casos), Estados Unidos e Canadá 198.405 mortes (6.433.578 casos), Ásia 107.382 mortes (5.909.201 casos), Médio Oriente 38.499 mortes (1.595.154 casos), África 31.489 mortes (1.308.469 casos) e Oceânia 819 mortes (30.068 casos).

As vacinas mais promissoras no combate à Covid-19

Laboratórios por todo o mundo estão numa corrida contra o tempo para desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus. Há dezenas de equipas a testar várias candidatas a vacina, algumas estão mais avançadas e são promissoras, mas os cientistas avisam que nenhuma deverá estar pronta antes do fim deste ano.

Segundo o London School of Hygiene & Tropical Medicine, (que tem um gráfico que mostra o progresso das experiências) há 239 projetos e 8 estão na fase de ensaios clínicos - que consiste na inoculação da vacina em milhares de voluntários a fim de determinar se impede de facto a infeção.

Os resultados mais encorajadores vêm da Pfizer e da BioNTech, da Moderna, do projeto entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca e de vários projetos chineses, nomeadamente da CanSinoBIO que já obteve autorização para administrar a vacina em militares chineses.

Links úteis

Mapa com os casos a nível global