Coronavírus

Hungria vai oferecer terceira dose da vacina contra a covid-19

Toby Melville

Vacinas vão ser obrigatórias para todos os profissionais de saúde.

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A Hungria vai oferecer a opção de tomar a terceira dose da vacina contra a covid-19, anunciou hoje o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban. A medida entra em vigor já no próximo dia 1 de agosto.

A terceira dose deverá ser administrada pelo menos quatro meses depois da segunda e serão os médicos a decidir qual das 8 vacinas usadas na Hungria é que é administrada.

Orban anunciou ainda que as vacinas vão ser obrigatórias para todos os profissionais de saúde.

A Organização Mundial de Saúde pediu aos países membros que não coomecem a administrar a terceira dose, por não se justificar, de momento, o reforço.

Com 10 milhões de habitantes, a Hungria está entre os países da União Europeia que mais rapidamente vacinou a população e é o único Estado da UE a distribuir amplamente as vacinas russas e chinesas que ainda não foram aprovadas pelo regulador do bloco europeu, estando também a usar da Pfizer, Moderna e AstraZeneca.

Vacinas contra a covid-19: as que estão a ser usadas e as que estão a caminho

Em menos de um ano desde que foi declarada a pandemia foram desenvolvidas várias vacinas em laboratórios por todo o mundo. A primeira vacina a obter autorização de emergência para inoculação foi a da Pfizer e BioNTech. O Reino Unido foi o primeiro país a aprovar esta vacina e a iniciar a campanha de vacinação, em dezembro de 2020.

Mais de 4 milhões de mortos no mundo

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.044.816 mortos em todo o mundo, entre mais de 187,2 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Os países com o maior número de mortos são os Estados Unidos, o Brasil, Índia, México, Rússia e França.

A covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China. Entretanto surgiram novas variantes, nomeadamente as identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

A grande maioria dos pacientes recupera, mas uma parte evidencia sintomas por várias semanas ou até meses.

Links úteis

Mapa com os casos a nível global